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A Belt Nutrition se soma ao esforço mundial de conscientização sobre o câncer de mama. Este conteúdo reúne informações atuais e objetivas para apoiar decisões de autocuidado, reforçar a importância da prevenção ao longo do ano e incentivar práticas que reduzem o risco da doença.
Sobre a base de dados e acesso às fontes:
As informações apresentadas foram extraídas de materiais oficiais divulgados pelo Ministério da Saúde e pelo INCA no lançamento da campanha Outubro Rosa 2025, incluindo o documento Controle do câncer de mama no Brasil: dados e números 2025 e peças informativas oficiais.
Esses materiais estão disponíveis ao público. As referências e os links de acesso encontram-se ao final do post.

O câncer de mama é o tipo de câncer mais frequente entre as mulheres no Brasil (excluindo o câncer de pele não melanoma), e a principal causa de morte por câncer em mulheres.
As estimativas mais recentes indicam cerca de 73.610 novos casos por ano no país (triênio 2023-2025), o que corresponde a uma taxa ajustada de incidência de 41,89 casos por 100 mil mulheres.
Infelizmente, a mortalidade continua elevada: em 2023, mais de 20 mil mulheres brasileiras perderam a vida em decorrência do câncer de mama.
Esses números demonstram a importância de iniciativas como o Outubro Rosa e de ações efetivas de prevenção e detecção precoce da doença.
Uma parcela significativa dos casos de câncer de mama está ligada a fatores de risco modificáveis, ou seja, aspectos do estilo de vida que podemos mudar. Conheça os principais fatores que elevam o risco da doença:
O excesso de gordura corporal contribui para um estado de inflamação crônica de baixo grau e desequilíbrios hormonais (como aumento de insulina e estrogênio) que criam um ambiente propício ao desenvolvimento do câncer.
Mulheres na pós-menopausa com sobrepeso ou obesidade apresentam risco significativamente maior de câncer de mama. Hoje, mais da metade das brasileiras adultas está acima do peso: em 2019, 56,7% das mulheres com 18 anos ou mais tinham sobrepeso (IMC ≥ 25).
Manter o peso corporal dentro dos limites saudáveis de IMC ao longo da vida é uma recomendação para reduzir esse risco, evitando o ganho excessivo de gordura na vida adulta.
Não há nível seguro de consumo de álcool no que se refere ao risco de câncer de mama. Qualquer quantidade de bebida alcoólica já aumenta o risco, e quanto maior a dose e o tempo de consumo, maior a probabilidade de desenvolver câncer, incluindo o de mama.
O álcool contribui para a carcinogênese por vários mecanismos: pode gerar espécies reativas de oxigênio que danificam o DNA, elevar os níveis de estrogênio circulante e até facilitar a entrada de substâncias carcinogênicas nas células.
Além disso, beber em excesso leva à deficiência de nutrientes essenciais (como folato), tornando o tecido mamário mais suscetível aos efeitos do álcool. A recomendação atual é evitar o consumo de bebidas alcoólicas; quanto menos, melhor.
Vale lembrar que, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde, 1 em cada 5 brasileiras (20,2%) consomem álcool pelo menos uma vez por mês, um hábito preocupante que merece atenção.

Felizmente, também existem fatores e comportamentos que reduzem o risco de câncer de mama e promovem a saúde geral. Destacamos os principais fatores protetores e hábitos saudáveis a serem incentivados:
Ser fisicamente ativa contribui significativamente para a proteção contra o câncer de mama. O exercício regular ajuda a reduzir a gordura corporal, regular os níveis de hormônios (como insulina e hormônios sexuais), atenuar processos inflamatórios e fortalecer o sistema imunológico, e tudo isso colabora para diminuir o risco de desenvolvimento de tumores mamários.
Importante: a proteção conferida pela atividade física independe do peso corporal, ou seja, mesmo mulheres acima do peso se beneficiam ao se exercitar.
A recomendação do Ministério da Saúde é praticar pelo menos 150 minutos semanais de atividade física moderada ou 75 minutos de atividade vigorosa, além de evitar longos períodos sedentários (levantar e movimentar-se a cada hora parada, por exemplo).
Incorporar exercícios à rotina diária, seja por meio de caminhadas, ciclismo, dança ou qualquer esporte de preferência, é uma boa estratégia de prevenção.
Uma dieta balanceada completa o binômio da vida saudável junto com o exercício. Embora não haja um alimento milagroso, manter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e fontes magras de proteína, além de pobre em ultraprocessados, ajuda no controle do peso e fornece nutrientes antioxidantes que protegem as células.
Uma nutrição adequada, aliada à hidratação e ao sono regular, contribui para o bom funcionamento do organismo e pode reduzir indiretamente o risco de câncer
Na prática, adote no dia a dia o prato colorido (variedade de vegetais) e moderação no consumo de açúcares, gorduras saturadas e alimentos industrializados.
O aleitamento materno traz benefícios tanto para o bebê quanto para a mãe. Diversos estudos demonstram que amamentar reduz o risco de câncer de mama em quem amamenta.
Durante a amamentação, a mulher fica menos exposta a certos hormônios (como estrogênio) relacionados ao câncer, e o processo também favorece a eliminação de células mamárias com mutações, atuando como um “reset” natural no tecido mamário.
Quanto maior o tempo total de amamentação ao longo da vida, maior a proteção conferida.
Por isso, as autoridades de saúde incentivam que, sempre que possível, as mães amamentem seus filhos. O Ministério da Saúde recomenda amamentar até 2 anos de idade ou mais, sendo exclusivo nos primeiros 6 meses de vida.
Ou seja, ofereça somente leite materno no início e mantenha a amamentação mesmo após a introdução de outros alimentos. Além de fortalecer o vínculo mãe-filho e trazer inúmeros benefícios nutricionais e imunológicos para a criança, essa prática está associada a menor incidência de câncer de mama para a mulher no futuro.
A prevenção e autocuidado devem ocorrer o ano inteiro, não apenas em outubro. Isso significa adotar e manter hábitos saudáveis continuamente e também realizar check-ups médicos periódicos.
Fique atenta às recomendações de detecção precoce, como mamografias nos intervalos indicados pelo seu médico e autoexame das mamas regularmente para conhecer o próprio corpo e identificar eventuais alterações. A detecção precoce salva vidas, pois o tratamento iniciado em fases iniciais do câncer de mama tem maiores taxas de sucesso e sobrevida.
Vale ressaltar que cuidar da saúde é um ato de amor-próprio e também de amor à família. Quando adotamos um estilo de vida saudável e fazemos nossos exames de rotina, estamos nos comprometendo com nosso bem-estar hoje e no futuro.
Os dados recentes reforçam tanto os desafios quanto as esperanças na luta contra o câncer de mama. De um lado, o crescimento do sobrepeso, da obesidade e do consumo de álcool aponta a necessidade de medidas amplas de saúde pública; de outro, fatores protetores, como a prática de atividade física e o aleitamento materno, que devem ser incentivados cada vez mais.
A Belt Nutrition se solidariza com essa causa, contribuindo para promoção da saúde e qualidade de vida. Nós acreditamos que, com informação, apoio e ações efetivas, é possível reduzir o impacto do câncer de mama na sociedade.
Incentive as mulheres ao seu redor a se cuidarem, compartilhe informação de qualidade e pratique a prevenção contínua. A luta contra o câncer de mama é diária e coletiva.
Ministério da Saúde / INCA. Lançamento oficial da campanha Outubro Rosa 2025. Disponível em: https://www.youtube.com/live/uUcvh3w4680?si=FgQILdkanaOt9RHj Acesso em: outubro 2025.
Instituto Nacional de Câncer (INCA). Controle do câncer de mama no Brasil: dados e números 2025. Rio de Janeiro: INCA; 2025. 85 p. ISBN 978-65-88517-54-3. Para download, acesse: https://ninho.inca.gov.br/jspui/bitstream/123456789/17733/1/completo%20controle%20do%20Ca%20de%20mama_2025.pdf
Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (INCA). Dieta, nutrição, atividade física e câncer: uma perspectiva global: um resumo do terceiro relatório de especialistas com uma perspectiva brasileira. Rio de Janeiro: INCA; 2020. 140 p. ISBN 978-85-7318-386-3. Para download, acesse: https://www.inca.gov.br/sites/ufu.sti.inca.local/files//media/document//dieta_nutricao_atividade_fisica_e_cancer_resumo_do_terceiro_relatorio_de_especialistas_com_uma_perspectiva_brasileira.pdf
Ministério da Saúde (Brasil). Aleitamento materno. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/a/aleitamento-materno Acesso em: outubro 2025.
World Health Organization (WHO). Breast cancer – fact sheet. Disponível em: https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/breast-cancer Acesso em: outubro 2025.
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