Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), as condições relacionadas com a cefaleia e enxaquecas, ocupam o 6º lugar das doenças que mais incapacitam no mundo. Já segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia, só no Brasil 140 milhões de pessoas convivem com o problema, sendo que aproximadamente 30 milhões relatam enxaquecas.

É um número significativo e preocupante. Entretanto, com o avanço dos estudos sobre o tema, pesquisadores estão associando a condição, com a falta de um nutriente importante: a vitamina D. Entenda mais sobre essa correlação e conheça os tipos de cefaleia nesse conteúdo.

 

Cefaleia e enxaqueca: qual é a diferença?

As cefaleias, ou popularmente conhecidas dores de cabeça, são condições incômodas e que atrapalham a qualidade de vida do paciente e também suas tarefas diárias. Aqui traremos as 3 dores de cabeça mais comuns e fazem parte de mais de 60% da população brasileira:

1 - Tensional

Esse tipo é a mais comum e presente na rotina diária, especialmente porque é resultante de um longo período de tensão sobre os músculos do pescoço e na base da cabeça. O músculo, então, inflama e gera uma dor de cabeça incômoda, porém leve a moderada.

Os fatores de risco aqui vão além da pressão física de uma má postura, por exemplo. Estresse e outros fatores emocionais, tendem a causar esse quadro e agravar o quadro de dor. Normalmente, não dura longos períodos.

2 - Cefaleia em salvas

Ela se confunde muito com a enxaqueca, porém, existem grandes diferenças nos seus sinais. Seu quadro se caracteriza por uma dor intensa em apenas um lado do rosto, sendo muito comum relatos de incômodos no fundo dos olhos.

Os sintomas associados vão além. Por exercer uma pressão na face e olhos, estes começam a lacrimejar intensamente e coriza (nariz entupido), também é percebido. Sua intensidade e gravidade chega a ser pior que a da enxaqueca, com seus períodos de crises durando dias e até meses.

3 - Enxaqueca

Essa é uma temida companheira de muitas pessoas. Consiste em dores tão crônicas e intensas, que te impedem de exercer rotinas simples do dia-a-dia. Luz e som se tornam seus piores inimigos e, quando expostos a esses agentes, piora o quadro e intensidade da dor.

Também unilateral, sua principal característica é o latejamento e a necessidade de escuro e silêncio absoluto. É comum os acometidos experienciar consequências em outras partes do corpo, como vômitos, tonturas e dores generalizadas.

 

E qual a associação da enxaqueca com a vitamina D?

Os poderes e benefícios da vitamina D continuam sendo descobertos a cada estudo. Se antes sua importância se limitava a saúde dos ossos, como um agente quelante do cálcio, as evidências demonstram que esse nutriente vai muito mais além.

Estudos recentes comprovam a interação da vitamina D com a saúde neurológica e cerebral. Para tanto, um relatório divulgado pela American Headache Societyn (Sociedade Americana de Cefaleia), indica que 40% dos acometidos com enxaqueca, possuem deficiência de vitamina D no organismo.

Para tanto que a falta da vitamina, acomete ao menos 42% dos americanos. Já outra pesquisa, divulgada pelo Journal of Headache Pain, correlaciona enxaquecas com altitudes mais altas, onde ocorre menos exposição ao sol e reduz a absorção do nutriente.

 

Relação entre a Vitamina D e nosso cérebro

A interação do nutriente com o cálcio, por exemplo, é essencial para a manutenção dos ossos e prevenção de doenças graves, como a osteoporose. Porém, descobertas sobre a relação entre a vitamina e o sistema nervoso, vem lançando muitas respostas.

Uma das percepções adquiridas, é que a vitamina D se associa diretamente aos receptores do hipotálamo - região ligada a algumas dores de cabeça. Portanto, a deficiência do nutriente pode desencadear alguns quadros inflamatórios nessa parte do cérebro. Além disso, a vitamina D tem outros benefícios para a saúde neurológica:

  • Estimula a produção de hormônios e neurotransmissores importantes para o bom funcionamento neurológico;
  • Auxilia na transmissão dos impulsos nervosos nos neurônios;
  • Estudos associam o baixo nível da vitamina D com quadros depressivos.

Portanto, ela se torna um nutriente fundamental para a manutenção da saúde mental, assim como o bom funcionamento do cérebro. Fora que ela também previne doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer, por exemplo.

Com todos esses benefícios, não deixe seus níveis de vitamina D baixarem

A vitamina D é fundamental até para o combate das dores causadas pelas cefaleias e enxaquecas. Além disso, também auxilia na saúde cardiovascular, é anti-inflamatória e essencial para músculos e ossos.

Sua principal fonte de reposição, é a exposição ao sol, que gera a reação química na pele que converte o nutriente no que pode ser utilizado pelo organismo. Porém, em períodos com baixa incidência solar e pouca exposição, seus níveis tendem a cair.

Nesse momento, apostar na suplementação é fundamental. Entretanto, procure um especialista e peça os exames preventivos, uma vez que o excesso também faz mal. Mas, se você tem a indicação e a necessidade de tomar, conte com o incrível Belt Vitamina D 2000iu.