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Medicamentos como tirzepatida e semaglutida estão virando protagonistas no tratamento da obesidade, diabetes tipo 2 e de condições metabólicas associadas. Cada vez mais prescritos, eles oferecem resultados expressivos na perda de peso e no controle glicêmico, especialmente em pessoas com obesidade ou resistência à insulina.
O uso dessas substâncias costuma vir acompanhado de efeitos no sistema digestivo. Náuseas, constipação intestinal e sensação de estômago cheio estão entre as queixas mais comuns relatadas por pacientes em tratamento.
Esse impacto no funcionamento do organismo serve como alerta: como preservar o equilíbrio digestivo enquanto se aproveita os efeitos da medicação? A resposta passa por entender o que causa esses sintomas e quais cuidados podem ajudar ao longo do processo.
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Medicamentos como a tirzepatida e a semaglutida atuam diretamente no sistema digestivo e é por isso que efeitos colaterais gastrointestinais são comuns, especialmente no início do tratamento.
Esses medicamentos imitam um hormônio do corpo chamado GLP-1, que:
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Esses efeitos não são novidade para a comunidade médica. Eles constam na bula das próprias medicações: a semaglutida, por exemplo, lista constipação, náusea e distensão abdominal entre os eventos adversos mais relatados. Saber que esses sintomas já são esperados ajuda a reconhecê-los cedo e buscar orientação, em vez de interromper o tratamento por conta própria.
Na maioria dos casos, sim. O corpo precisa de um tempo para se adaptar. Muitas pessoas relatam melhora espontânea após as primeiras semanas.
Um bom acompanhamento profissional e ajustes na alimentação costumam ajudar bastante a aliviar esses desconfortos.
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Um estudo clínico recente, publicado no New England Journal of Medicine, comparou os efeitos da tirzepatida e da semaglutida em pessoas com obesidade que não tinham diabetes tipo 2. O principal objetivo da pesquisa foi avaliar qual das duas medicações levaria a uma maior perda de peso.
Os resultados mostraram que:
A tirzepatida promoveu maior redução de peso corporal do que a semaglutida;
Ambas contribuíram para a diminuição da circunferência abdominal;
Durante o estudo, os efeitos colaterais mais frequentemente relatados foram sintomas gastrointestinais como náuseas, constipação e diarreia.
Embora esses sintomas não tenham sido o foco principal da pesquisa, é justamente esse ponto que queremos destacar aqui: quem faz uso dessas medicações precisa estar atento ao funcionamento intestinal e buscar medidas que ajudem o corpo a se adaptar melhor a esse processo.
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Manter a saúde intestinal durante o uso de medicamentos que desaceleram a digestão é importante para aliviar seus efeitos colaterais. Algumas mudanças simples na rotina podem fazer diferença:
A hidratação adequada ajuda o intestino a funcionar melhor. A água torna as fezes mais macias e facilita sua eliminação. Para muitas pessoas, a ingestão de 8 a 12 copos por dia é uma boa referência, mas isso varia de forma individualizada. Acesse o Cronobari e descubra qual é a quantidade ideal de água para o seu corpo, com base no seu peso e IMC.
A prática regular de atividade física, mesmo que leve, estimula o trânsito intestinal e contribui para o equilíbrio do organismo como um todo. Caminhadas, alongamentos e exercícios respiratórios são bem-vindos.
As fibras alimentares auxiliam no volume e na consistência das fezes, facilitando a evacuação. Alimentos como feijão, lentilhas, vegetais de folhas escuras, abacate e aveia são boas opções. Lembre-se: sempre aumente a ingestão de fibras com atenção à hidratação.
Dividir a alimentação em porções menores, distribuídas ao longo do dia, ajuda o sistema digestivo a trabalhar melhor. Durante o uso de medicamentos que retardam o esvaziamento gástrico, refeições muito grandes podem causar desconforto, náuseas ou sensação de estômago cheio. Fracionar também favorece a absorção de nutrientes e pode aliviar sintomas como gases e inchaço.
Cada organismo responde de um jeito. Alguns alimentos que são saudáveis para a maioria das pessoas podem deixar o intestino mais lento em certos casos. Observar como o corpo reage a cada refeição e fazer ajustes com apoio profissional é uma forma de cuidar da saúde intestinal. Se algo causar desconforto frequente, vale conversar com o nutricionista para adaptar a alimentação.
O uso de suplementos pode ser um bom complemento à alimentação, especialmente quando há dificuldades na digestão ou constipação persistente.
O suplemento Fiber, da Belt Nutrition, combina FOS (frutooligossacarídeos) e psyllium para ajudar a regular o intestino e melhorar o trânsito intestinal. Essa combinação favorece o crescimento de bactérias benéficas da microbiota e atua na formação das fezes, contribuindo para evacuações mais regulares.
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Sintomas intestinais como constipação, náusea e inchaço são comuns durante o uso de medicamentos que atuam no ritmo da digestão. Justamente por serem efeitos colaterais já esperados, muitas pessoas acabam deixando de comentar nas consultas. Mas mesmo sendo conhecidos, esses desconfortos não devem ser ignorados. Conversar com o profissional de saúde é importante para encontrar formas de aliviar os sintomas e manter o tratamento com mais tranquilidade.
Veja como preparar uma conversa produtiva:
Lembre-se: relatar desconfortos não é reclamação, é sinal de cuidado e atenção à saúde. Informação completa permite ajustes que evitam parar o tratamento.
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Os avanços no tratamento da obesidade vêm acompanhados de relatos consistentes: em estudos clínicos (o que trouxemos aqui é apenas um entre tantos já realizados) e no dia a dia dos consultórios, sintomas gastrointestinais como constipação e náusea aparecem com frequência. Isso não significa que devam ser ignorados.
Cuidar da saúde intestinal durante esse processo é parte importante do caminho. A Belt Nutrition desenvolve suplementos que ajudam nesse cuidado, com fórmulas pensadas para melhorar o trânsito intestinal, a absorção de nutrientes e o conforto no dia a dia.
Se você está passando por essa fase, vale conhecer nossas soluções e conversar com seu profissional de saúde sobre como adaptar a alimentação e a suplementação às novas necessidades do seu corpo.
Aronne LJ, Horn DB, le Roux CW, Ho W, Falcon BL, Valderas EG, Das S, Lee CJ, Glass LC, Senyucel C, Dunn JP. Tirzepatide as Compared with Semaglutide for the Treatment of Obesity. New England Journal of Medicine. Disponível em: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMoa2416394
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