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Quem passa por grandes mudanças no corpo costuma perceber a pele mais flácida, alterações nas articulações e um tempo de recuperação diferente depois de cirurgias ou lesões. Não é à toa que o colágeno aparece com frequência nas dúvidas das pessoas que chegam até a Belt Nutrition em busca de cuidado contínuo com a saúde e com a aparência.
É importante lembrar que a base está no prato: alimentos ricos em colágeno e em nutrientes que favorecem sua produção natural ajudam a dar suporte à pele, aos tendões e às demais estruturas de sustentação do corpo. Para quem já fez cirurgia metabólica, tem histórico de grande perda de peso ou deseja envelhecer com mais qualidade de vida, ajustar a alimentação faz todo o sentido.
Os alimentos de origem animal concentram colágeno em suas estruturas conjuntivas, como pele, cartilagem, ossos e tendões. Ao serem cozidos ou consumidos, liberam peptídeos de colágeno que o organismo absorve com relativa facilidade.
A seguir, você verá quais são as principais fontes na alimentação e como combiná-las com outros nutrientes que estimulam a produção natural de colágeno.
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Cortes que incluem tendões e cartilagens (músculo, acém, pescoço ou costela) são ricos em colágeno. O cozimento lento, como ensopados, caldos e assados, extrai o colágeno em forma de gelatina no caldo.
O mocotó (pata de boi ou vitela) é tradicionalmente cozido por longas horas até dissolver a cartilagem e liberar uma gelatina densa. O tutano (medula óssea) também é rico em colágeno e gorduras boas.
A pele do frango concentra grande quantidade de colágeno tipo I, responsável pela firmeza da pele humana. Os pés e as asas de frango, que contêm cartilagens, são excelentes para preparar caldos ricos em colágeno. Como a pele é bastante gordurosa, recomenda‑se consumir em moderação ou optar por preparações em que a maior parte da gordura seja removida.
Ferver ossos e cartilagens de boi, frango ou peixe por várias horas (idealmente de oito a doze horas) extrai o colágeno, formando um caldo denso e rico em gelatina. Esse caldo pode ser utilizado como base para sopas, molhos ou consumido puro. Além do colágeno, fornece minerais como cálcio, magnésio e fósforo, que potencializam a saúde óssea.
A pele de peixe e as espinhas contêm colágeno tipo I em alta concentração. Preparações como peixe assado com a pele, caldos de espinhas ou sopas de cabeça de peixe fornecem peptídeos de colágeno e ácidos graxos ômega‑3, que têm efeito anti‑inflamatório e benéfico para a pele.
A gelatina é feita a partir da hidrólise do colágeno presente em ossos, cartilagens e peles de bovinos, suínos ou peixes. Por ser parcialmente quebrada, é de fácil digestão e fornece aminoácidos como glicina e prolina, essenciais para a formação de novas fibras de colágeno.
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Além de consumir colágeno já formado, é importante ingerir nutrientes que participem diretamente da síntese dessa proteína. A seguir estão os grupos alimentares que estimulam a produção de colágeno no organismo:
O ácido ascórbico (vitamina C) é co‑fator indispensável para as enzimas que estabilizam a estrutura em tripla hélice do colágeno. Sem vitamina C, as moléculas de colágeno formadas são instáveis e não conferem resistência ao tecido. As melhores fontes incluem:
Acerola e camu-camu: frutas brasileiras com altíssimos teores de vitamina C.
Cítricos (laranja, limão, tangerina, abacaxi): fáceis de incorporar em sucos ou saladas.
Kiwi e morango: podem ser consumidos como sobremesa ou em vitaminas.
Pimentão e brócolis: fornecem vitamina C e antioxidantes; podem ser refogados ou consumidos crus em saladas.
Couve e espinafre: verduras de folhas verdes escuras são ricas em vitamina C e ferro; ideais para sucos verdes, saladas ou refogados.
A vitamina A (retinol) e seus precursores (beta‑caroteno) ajudam na diferenciação celular e na produção de colágeno. Alimentos coloridos são bons indicadores de carotenoides:
Cenoura, abóbora e batata-doce: ricos em betacaroteno, que se converte em vitamina A no organismo.
Mamão e manga: fornecem vitamina A e outros antioxidantes.
Espinafre e couve: além de vitamina C, contêm carotenoides e luteína, benéficos para a pele.
Fígado e gema de ovo: fontes diretas de vitamina A pré formada (retinol), que é mais biodisponível.
Alguns minerais são cofatores das enzimas envolvidas na produção e na maturação do colágeno:
Zinco: indispensável para a proliferação celular e a cicatrização. Fontes: carnes vermelhas, ostras, sementes de abóbora, castanhas de caju e amêndoas.
Cobre: atua na enzima lisil oxidase, responsável pelas ligações cruzadas que fortalecem as fibras de colágeno. Fontes: fígado, castanha-do-pará, grãos integrais e leguminosas.
Silício: participa da síntese de colágeno e elastina; está presente em aveia, arroz integral, cevada e hortaliças como pepino e pimentão.
Embora o colágeno seja rico em glicina, prolina e hidroxiprolina, esses aminoácidos também podem ser obtidos de outras proteínas na dieta. Dê preferência ao consumo de:
Carnes magras e peixes: fornecem todos os aminoácidos essenciais, incluindo lisina e prolina.
Ovos e laticínios: ricos em lisina e prolina; ideais para café da manhã ou lanches.
Leguminosas (feijão, lentilha, grão‑de‑bico): fornecem lisina e ajudam a complementar a ingestão proteica em dietas vegetarianas.
Oleaginosas (nozes, castanhas, amendoim): ricas em arginina e minerais que estimulam a produção de colágeno.
O cardápio não deve ser seguido à risca: são apenas ideias de combinações que podem inspirar algumas refeições e não substituem uma orientação individualizada com nutricionista.
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Dia |
Café da manhã |
Almoço |
Café da tarde |
Jantar |
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1 |
Suco verde com couve, laranja e acerola; tapioca com ovo mexido |
Sopa de mocotó com legumes e arroz integral; salada de alface, cenoura e sementes de abóbora |
Iogurte natural com gelatina sem açúcar e morangos |
Peixe assado com pele; purê de batata‑doce; brócolis no vapor |
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2 |
Omelete de espinafre com queijo; mamão |
Ensopado de músculo bovino com vegetais; feijão preto |
Castanhas de caju e suco de kiwi |
Caldo de ossos de frango com legumes; arroz integral; abobrinha refogada |
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3 |
Iogurte com aveia e banana; chá de camomila |
Peito de frango ao forno com pele crocante; purê de mandioquinha; salada de rúcula e tomate |
Smoothie de manga com gelatina hidrolisada |
Sopa de peixe com espinhas; couve refogada; quinoa |
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4 |
Mingau de aveia com maçã e canela; suco de acerola |
Carne de panela (acém) com cenoura e batata; feijão branco; couve |
Pão integral com pasta de amendoim e mel |
Filé de frango grelhado; salada de espinafre com sementes de girassol; creme de abóbora |
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5 |
Cuscuz de milho com ovo cozido; suco de laranja |
Caldo de ossos com legumes; peixe cozido; arroz integral |
Mix de castanhas, nozes e damascos |
Sopa de frango com patas e cartilagem; salada de beterraba; purê de mandioca |
Combine proteínas de diferentes fontes: embora o colágeno seja uma excelente fonte de glicina e prolina, ele não contém todos os aminoácidos essenciais. Consuma também carnes magras, ovos, laticínios e leguminosas para garantir a variedade de aminoácidos necessários.
Inclua frutas e verduras em todas as refeições: vitaminas A, C e E, além dos antioxidantes naturais, protegem as fibras de colágeno contra o dano oxidativo e auxiliam na sua estabilização.
Hidrate‑se: a água é fundamental para manter a elasticidade e a firmeza da pele, além de auxiliar na função renal. Chás naturais e caldos também contribuem para a hidratação.
Cuidado com o excesso de açúcar e ultraprocessados: alimentos ricos em açúcar e gorduras trans podem promover glicação, um processo que deteriora o colágeno e aumenta a flacidez da pele. Prefira alimentos in natura ou minimamente processados.
Considere suplementação sob orientação: para pessoas com necessidades aumentadas, como atletas, idosos ou indivíduos em recuperação de cirurgias, o uso de suplementos de colágeno hidrolisado pode ser recomendado.
Entretanto, a suplementação deve ser avaliada por nutricionista ou médico, e, no pós-operatório, precisa respeitar o tempo de cicatrização e as orientações do cirurgião ou dermatologista, sobretudo em pessoas com tendência à formação de queloide.
O colágeno é uma proteína que forma fibras responsáveis pela firmeza e elasticidade da pele, pela sustentação dos ossos e pelo bom funcionamento das articulações.
Sua produção depende de aminoácidos, vitaminas e minerais obtidos na alimentação. Quando essa síntese diminui, seja por idade, alimentação inadequada ou doenças, é comum notar rugas, flacidez, dores articulares e pior qualidade de pele, cabelo e unhas.
Vários fatores podem reduzi-la e aumentar a necessidade de ingestão desse nutriente ou de seus precursores. Destacam‑se:
Envelhecimento: a partir dos 25 anos, a síntese de colágeno diminui cerca de 1% ao ano; depois dos 50, a redução é mais acentuada. Essa queda está relacionada ao aparecimento de rugas, perda de elasticidade da pele e fragilidade óssea.
Menopausa: a queda hormonal, especialmente dos níveis de estrogênio, compromete a produção de colágeno, o que pode resultar em pele mais seca, perda de densidade óssea e flacidez.
Recuperação pós‑cirúrgica: em processos de cicatrização, como após cirurgias plásticas, bariátricas ou ortopédicas, o organismo demanda grandes quantidades de aminoácidos para produzir colágeno e regenerar tecidos. Suplementar ou aumentar a ingestão de alimentos ricos em colágeno acelera a cicatrização e melhora a qualidade das cicatrizes, com ressalva para quem tem tendência à formação de queloide.
Lesões de pele: queimaduras, cortes ou infecções cutâneas exigem aumento da síntese de colágeno para recompor o tecido lesionado. Pessoas com feridas crônicas ou diabéticas também podem se beneficiar de uma dieta que favoreça a produção de colágeno.
Exposição ao sol e poluição: radicais livres degradam o colágeno e enfraquecem sua estrutura. Dietas ricas em antioxidantes (vitamina C, vitamina E, carotenoides) protegem as fibras de colágeno e auxiliam na sua manutenção.
Consumir alimentos ricos em colágeno e que favorecem sua produção natural ajuda a cuidar da pele, das articulações e da sustentação do corpo, especialmente para quem já fez cirurgia metabólica, perdeu muito peso ou vive fases de maior impacto hormonal, como a menopausa.
Em momentos de maior demanda, o uso de colágeno hidrolisado pode ser considerado como complemento da alimentação, sempre avaliado pelo profissional de saúde e respeitando o tempo de cicatrização e o risco de formação de queloide.
A proposta da Belt Nutrition é justamente apoiar essas necessidades com suplementação de qualidade, integrada a um plano alimentar individualizado.
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