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Sentir ondas de calor intensas, o famoso fogacho, é um dos sintomas que mais incomodam na transição para a menopausa. A sensação de calor súbito, acompanhada de suor e rubor, nasce de alterações hormonais que afetam a forma como o corpo regula a temperatura.
O que já se sabe é que certos alimentos e bebidas funcionam como combustível para esse calor repentino. Substâncias estimulantes, picos de açúcar no sangue, álcool e condimentos muito fortes podem aumentar a vasodilatação e acelerar os batimentos cardíacos, tornando o fogacho mais frequente ou mais intenso.
Detalharemos aqui quais alimentos e bebidas podem ser os vilões das suas ondas de calor e como substituí-los para que você possa viver a menopausa com mais conforto e menos interrupções causadas pelos fogachos.
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Quando comemos ou bebemos, o corpo faz ajustes rápidos para digerir, aproveitar nutrientes e manter a temperatura estável. Alguns ingredientes, porém, alteram esses ajustes de modo que o calor interno sobe e aparece o fogacho. Um recente estudo destacou quatro mecanismos centrais, todos comuns na rotina alimentar, que ajudam a entender esse efeito:
Alimentos muito condimentados ou bebidas alcoólicas dilatam os vasos sanguíneos. Com mais sangue circulando perto da pele, o calor irradia e a sensação de onda de calor ganha força.
Cafeína, guaraná e afins estimulam a produção de adrenalina. Esse impulso faz o coração bater mais rápido e aumenta a temperatura interna, favorecendo o fogacho.
Doces e carboidratos refinados entram na corrente sanguínea em poucos minutos. A glicose sobe, o organismo “corre” para equilibrar e, nesse processo, ocorrem variações de temperatura que podem disparar o calor repentino.
O fígado precisa trabalhar mais para quebrar essas substâncias. Esse esforço extra eleva ligeiramente a temperatura corporal e, em quem já vive o desequilíbrio hormonal da menopausa, o limiar para o fogacho fica ainda mais baixo.
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O álcool dilata os vasos sanguíneos logo após a ingestão. Isso faz com que o calor interno chegue mais rápido à superfície da pele, tornando o fogacho mais forte e prolongado. O efeito fica evidente mesmo em doses moderadas, sobretudo em quem já tem ondas de calor frequentes.
Cafeína estimula adrenalina e noradrenalina, substâncias que aceleram batimentos cardíacos e elevam levemente a temperatura corporal. Quando consumida em grande quantidade, o organismo perde parte da “tolerância térmica”, disparando o fogacho com mais facilidade.
A capsaicina presente nas pimentas ativa receptores de calor na boca e no estômago, sinalizando ao cérebro que a temperatura subiu. O corpo responde com suor e vasodilatação, quadro que se sobrepõe às oscilações hormonais da menopausa.
Doces e farináceos refinados entram na corrente sanguínea em minutos, elevando rapidamente a glicose. Essa oscilação aciona mecanismos vasomotores, exatamente o sistema já desregulado durante o climatério, e intensifica a sensação de calor.
Refeições muito gordurosas e salgadas favorecem inflamação sistêmica e retenção de líquidos, fatores que podem aumentar a frequência e a intensidade dos fogachos. Além disso, o excesso de sódio aumenta a sensação de inchaço e desconforto.
Pequenos ajustes na rotina alimentar reduzem a intensidade das ondas de calor. Experimente e combine as sugestões para descobrir o que funciona melhor para você:
Durante a menopausa, porções menores de alimentos ou dietas restritivas podem gerar deficiências de nutrientes essenciais como cálcio, magnésio, vitaminas do complexo B e proteínas — responsáveis por ossos firmes, músculos ativos e boa circulação sanguínea. Suprir essas carências, sem contribuir para o aumento do calor corporal, é possível com escolhas de suplementação pensadas para essa fase.
Algumas opções que podem ser consideradas são:
Com esses reforços, você pode manter o equilíbrio nutricional necessário para atravessar o período de ondas de calor com mais conforto e energia. Lembre-se sempre de conversar com seu médico ou nutricionista antes de iniciar qualquer suplementação para garantir que as escolhas sejam as mais adequadas para suas necessidades individuais.
É comum que surjam muitas dúvidas sobre a relação entre a alimentação e os sintomas da menopausa, especialmente as ondas de calor. Reunimos as perguntas mais comuns:
A soja contém isoflavonas, compostos vegetais que se assemelham, em menor escala, ao estrogênio natural. Em porções moderadas (como tofu, edamame ou bebida de soja sem açúcar), ela pode suavizar as ondas de calor em algumas mulheres. É importante observar a resposta do seu próprio organismo e manter a diversidade de proteínas no cardápio.
O cacau puro geralmente não é o culpado; o problema está no açúcar e na gordura extra de versões ao leite ou recheadas. Se você gosta de chocolate, escolha opções com 70% de cacau ou mais e limite-se a um ou dois quadradinhos. Assim, o prazer do doce não vira um gatilho de calor.
Tomar café pela manhã ou até o início da tarde evita que a cafeína se acumule no organismo justamente quando a temperatura corporal tende a subir à noite. Outra dica é acompanhar a xícara com um lanche rico em fibras ou proteína, o que atenua o pico de adrenalina que pode estimular o fogacho.
Sim, bebidas geladas podem oferecer um alívio temporário para a sensação de calor. Água gelada, chás gelados (sem cafeína), sucos naturais e smoothies refrescantes são ótimas opções. Elas ajudam a baixar a temperatura corporal interna e a manter a hidratação, que é fundamental.
Nem sempre cortar totalmente é a melhor estratégia, a menos que a reação seja muito severa. O mais importante é identificar seus gatilhos pessoais. Tente eliminar um alimento por vez e observe a resposta do seu corpo. Muitas vezes, a moderação e a substituição inteligente (como trocar um tempero picante por um refrescante) já fazem uma grande diferença, permitindo que você desfrute de uma alimentação variada sem intensificar os fogachos.
Ondas de calor, alterações de humor e noites mal dormidas: os fogachos são apenas um dos sinais de que o corpo está atravessando uma transformação importante. Eles não têm uma causa única e cada mulher vivencia essa fase de forma diferente. Ainda assim, observar o que comemos e bebemos pode ajudar a reduzir o desconforto e tornar o dia a dia mais leve.
Essa consciência alimentar não precisa ser radical, nem punitiva. Ela pode vir acompanhada de pequenas escolhas que respeitam o corpo: menos cafeína, mais hidratação, um reforço de proteínas e nutrientes quando a alimentação sozinha já não dá conta.
Entender seu corpo e fazer pequenas adaptações no dia a dia é indispensável para vivenciar a menopausa com mais qualidade. Para apoiar essas escolhas e as necessidades específicas dessa fase, a Belt Nutrition desenvolve suplementos com base científica. Com mais de 100 produtos, a Belt Nutrition é especialista em suporte nutricional, oferecendo soluções que acompanham o indivíduo em todas as fases, da infância à maturidade. Esse olhar multidisciplinar garante produtos que suprem o que seu corpo precisa, ajudando você a atravessar o período de ondas de calor com mais conforto e energia.
Erdélyi A, Pálfi E, Tűű L, Nas K, Szűcs Z, Török M, Jakab A, Várbíró S. The Importance of Nutrition in Menopause and Perimenopause-A Review. Nutrients. 2023 Dec 21;16(1):27. doi: 10.3390/nu16010027. PMID: 38201856; PMCID: PMC10780928. https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38201856/
BRASIL. Ministério da Saúde. Menopausa e climatério. [Brasília, DF]: Ministério da Saúde, 2020. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/menopausa-e-climaterio/. Acesso em: 09 junho 2025.
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